Erguéndonos polo ensino público galego

Perda da democracia, mercantilizaçom, machismo, doutrinamento, espanholizaçom, precariedade, elitismo, especulaçom, exploraçom, subordinaçom aos interesses capitalistas. Isto é o que trazem consigo o Decreto do 3+2 e mais a LOMQE. Isto é contra o que a organizaçom unitária do estudantado galego, Erguer. Estudantes da Galiza, sai esta quarta-feira treze de abril às ruas de 18 cidades e vilas de tudo o país.

Estamos a viver os anos de maior retrocesso para o ensino público na Galiza, caminhando cara a umha crescente privatizaçom que configura umha educaçom só acessível para as elites, na que as filhas das trabalhadoras nom temos cabida. A permanente escusa da homogeneizaçom com Europa que já se esgrimira com o Plan Bolonha volta ser a justificaçom para reduzir os graus de quatro a três anos, convertendo-os numha formaçom mui genérica de obrigada complementaçom com mestrados, agora de dous anos de duraçom, que de média dobram o preço de matrícula dos graus.

Este desmantelamento do ensino público vem acompanhado de constantes ataques ao ensino em galego e ao estudo da nossa realidade própria, com contidos cada vez mais uniformizados. O estado espanhol emprega o ensino para doutrinar a mocidade galega na indiscutível “unidade de Espanha” e no reconhecimento do espanhol como língua própria, porque a opressom cara as naçons é o alicerce fundamental para este sistema.

Mas agora, as estudantes da Galiza afrontam isto dum jeito mais organizado e unido, através dumha estrutura nacional que dará resposta às problemáticas existentes tanto no ensino meio coma no universitário na Galiza, assim como aos ataques cara a nossa língua.

A primeira resposta que dará Erguer. Estudantes da Galiza às imposiçons espanholas e europeias será esta quarta-feira 13 de abril, mediante esta greve estudantil e as múltiplas mobilizaçons que virám com ela em tudo o país, e para ela precisaremos de ainda mais uniom, de ainda mais estudantado e de ainda mais força para sairmos juntas à rua e berrarmos NOM Á LOMQE E NOM AO 3+2!

Artigo de Iria Figueroa publicado no Sermos Galiza

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