Erguer contra a ilegalizaçom de Causa Galiza

O passado 30 de outubro, o Estado espanhol, da mam dum operativo policial dos de patada na porta, detia 9 militantes de Causa Galiza sob a acusaçom de enaltecimento do terrorismo.

 

A incriminaçom, artelhada baixo a escusa de promoçom do terrorismo, supunha a ilegalizaçom de facto da organizaçom independentista, a qual fijo sempre um trabalho dentro da legalidade, negando-se-lhe a possibilidade de realizar nengumha actividade política. Esta montagem político-policial acusava a CG de formar parte do entramado de Resistência Galega, promovendo as suas ideias. Nesta segunda-feira 18 de abril, a Audiência Nacional emitiu um auto no que se desestima o recurso apresentado pola defesa, alegando como evidências a celebraçom do Dia da Galiza Combatente ou homenagens aos mártires de Carral, conjurando assim a ilegalizaçom a todos os efeitos da organizaçom. Numha justiça controlada polo Estado que nom tem reparos em dizer cousas como que o “sacrifício dos direitos” tem “relaçom proporcional com a gravidade do delito”, tam só queda como última opçom o recurso perante o tribunal constitucional, via que o grupo de militantes decidiu desbotar devido ao elevado custo e a nula possibilidade de vitória.

 

Continuando com a estratégia de criminalizaçom do independentismo galego, aplicam aqui e agora o que tantas vezes, sem prova algumha, tenhem escutado em Euskal Herria: ” todo é ETA”; ou, neste caso, “todo é Resistência Galega”. Pois que dizer que o tempo nom tenha demonstrado já: enfrentámo-nos a um governo fascista, tecido no berce do 78, que nom duvida em violar a sua própria lei quando se trata de reprimir a dissidência. Trazendo a primeira ilegalizaçom política no nosso país desde o Partido Galeguista no 1936, cruzando a porta aberta que deixou aquele 2013 com a declaraçom de RG como banda armada (ou, como eles gostam de dizer, grupo terrorista), procedem a destruir todo aquilo que poida resultar umha ameaça para o projecto Espanha, entrando no jogo de declarar como entorno de Resistência Galega as organizaçons que nom se ajustem ao modelo imposto desde Madrid.

 

Nom permitiremos que sequestrem as nossas companheiras de luita, criminalizando a todo um movimento mentres ficamos caladas e submissas. Por isso, desde Erguer. Estudantes da Galiza mostramos o nosso mais firme e rotundo rejeitamento cara às políticas fascistas empregadas polo Estado. Assim mesmo, manifestamos o nosso apoio com as pessoas repressaliadas na operaçom Jaro e com toda a militância de Causa Galiza, animando-as a elas e a toda a sociedade galega a seguir luitando pola liberdade do nosso povo.
Viva Galiza ceive! Denantes mortas que escravas.

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