Que quer a escola de CR?

Hoje participamos da concentraçom organizada polo alunado e professorado da Escola Superior de Restauraçom e Conservaçom de Bens Culturais, que levam anos numha contínua luita para que se lhes reconheça como grao.

Ademais vimos de conhecer umha contrataçom irregular dumha professora por parte da Junta da Galiza.

Aqui deixamos o manifesto lido na concentraçom por parte das estudantes e professoras deste centro:

Que quer a escola de CR?

Este ano fazemos 25 anos de existência. Nestes anos figemos infindade de cousas, que vistas en conjunto adquirem certo pesso docente, mas tambén social.

Nos próximos 25 queremos medrar, converter-nos num centro modelo, unha referência na proteçom do património cultural; umha instituçom da que sentir-nos m!is orgulhosas. E também queremos gerar esse orgulho na nossa contorna, pontevedresa e galega.

Para esa tarefa devemos esforçar-nos muito, coma se começássemos de novo, como se non tivéssemos história. Mas ademais precissamos dumhas condiçons mínimas, que solicitamos ao nosso conselheiro. Nom som solicitudes caprichosas nem inalcançáveis, som soamente petiçons mui simples, nom som petiçons complexas.

Como é o nosso aniversário, imos pedir-lhe un presente, Conselheiro. A Escola quer:

  • En primeiro lugar que se anule a vacante adjudicada no recente concurso de translados a Beatriz Seco, por tratar-se dumha vaga correspondente a umha especialidade que nom se imparte nesta escola e cujo procedimento de adjudicaçom resulta claramente irregular.
  • Que a seleçom de professorado se faga mediante critérios objetivos, nom por amiguismo.
  • Trabalhar no ámbito da educaçom superior e competir com os melhores, para o que necessitamos integrar-nos na universidade.
  • Ofertar a melhor das titulaçons possíveis, que nom crê nengúm tipo de dúvida na sociedade: um grao universitário.
  • Poder participar em condiçons de igualdade em mestrados e doutoramentos universitários, e nom ser expulsos daqueles que nós mesmas desenhamos (por nom ser universidade).
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