SUPRIMEM-SE AS REVÁLIDAS MAS MANTEM-SE A LOMQE.

O ministério de Educaçom vem de apresentar um projeto de Real Decreto Lei por que se suprimem as reválidas e se recuperam as Provas de Acesso à Universidade: provas nom desenhadas polo governo central, em que o alunado só se examinará de 5 matérias na fase geral e nas que nom entrará conteúdo de 1º de Bacharelato.

A nova chega quatro dias despois da greve estudantil convocada no nosso Paós por Erguer. Estudantes da Galiza, secundada por 90% do estudantado e apoiada nas ruas por 4.000 estudantes distribuidas em 17 manifestaçons. A comunidade educativa galega foi pioneira desde o primeiro momento na luita contra a LOMQE, e a insistência na mobilizaçom nas ruas e na luita nos centros de ensino levou-nos a importantes avanços no caminho a derrogar esta lei. A supressom neste curso das reválidas é um desses importantes passos e, mália estar-se a dar mui tarde, a tam só seis messes de acabarem as aulas em 2º de Bacharelato, é um peso de incerteza sobre o nosso futuro académico que as estudantes nos tiramos de enriba após estarmos todos estes meses aprontando-nos com provas das PAU porque nom conheciamos outro modelo de prova posível. Porém, as provas ainda nom estam todo o definidas que deveriam, já que a semelhança total com a Seletividade é impossível desde o momento em que o currículo é diferente e mudam os conteúdos de certas matérias.

Precisamos conhecer já e com total certeza quais seram os conteúdos de que nos examinemos em cada prova.

Ademais, sabemos que ao tempo que o Governo paralisa as reválidas neste ano escolar, legisla em sentido contrário e comeza a marcar quando teram valor académico. A supressom das reválidas nom nos vale como parche, tem de ser definitva e vir acompanhada da completa eliminaçom da LOMQE. A eliminaçom do aspeito mais polémico da lei nom deixa atrás a blindagem dos concertos educativos com centros privados, a computaçom da matéria de Religiom para a média, a criaçom da Formaçom Profissional Dual, a diminuiçom das horas do galego como língua veicular no ensino, a recentralizaçom de competências ou outros muitos aspeitos aos que seguiremos fazendo fronte: nom nos valem meias tintas!

A construçom dum ensino público, galego, democrático, de qualidade e feminista passa pola total derrogaçom da LOMQE e a construçom dum modelo pensado por e para a Galiza que analise as necessidades do ensino no nosso país contando com a participaçom ativa da comunidade educativa galega.  

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